Ranking revela melhor e pior capital para viver no Brasil em 2026; confira resultados

Um novo levantamento divulgado pelo Índice de Progresso Social (IPS) trouxe um panorama atualizado sobre a qualidade de vida nas capitais brasileiras em 2026. O estudo analisou diferentes fatores ligados ao bem-estar da população, acesso a serviços essenciais e oportunidades oferecidas em cada cidade.

O resultado colocou Curitiba como a capital com melhor desempenho do país, enquanto Porto Velho apareceu na última colocação do ranking nacional.

A pesquisa avalia aspectos sociais e ambientais considerados fundamentais para medir as condições de vida nos municípios brasileiros.

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O que o ranking avalia nas capitais brasileiras?

O Índice de Progresso Social utiliza uma metodologia baseada em 57 indicadores divididos em três pilares principais:

  • necessidades humanas básicas;
  • fundamentos do bem-estar;
  • oportunidades para a população.

A pontuação varia de 0 a 100 e busca mostrar quais cidades conseguem oferecer melhores condições de vida além dos indicadores econômicos tradicionais.

Entre os fatores analisados estão:

  • saneamento básico;
  • acesso à educação;
  • moradia;
  • segurança;
  • qualidade ambiental;
  • inclusão social;
  • acesso à saúde.

Curitiba aparece como a melhor capital para viver no Brasil

De acordo com o relatório de 2026, Curitiba liderou entre as capitais brasileiras ao alcançar 71,29 pontos no índice geral.

O desempenho positivo foi impulsionado principalmente pelos resultados obtidos em áreas como saneamento, habitação, educação e inclusão social.

A capital paranaense já possui histórico de destaque nacional em planejamento urbano e infraestrutura, fatores que contribuíram para a liderança no ranking mais recente.


Capital paranaense ainda enfrenta dificuldades em alguns setores

Mesmo ocupando a primeira posição, Curitiba também apresentou desafios em áreas importantes avaliadas pelo estudo.

Os indicadores mais baixos da cidade apareceram em setores ligados à:

  • saúde e bem-estar;
  • garantia de direitos individuais;
  • inclusão social mais ampla.

Ainda assim, o desempenho geral foi suficiente para manter a capital no topo da lista nacional.


Porto Velho teve o pior resultado entre as capitais

Na parte inferior do ranking ficou Porto Velho, que registrou apenas 58,59 pontos.

Segundo o levantamento, a capital rondoniense apresentou dificuldades principalmente em:

  • infraestrutura urbana;
  • serviços básicos;
  • segurança;
  • qualidade ambiental;
  • escolarização.

O desempenho deixou a cidade atrás de outras capitais que também enfrentam desafios estruturais, como Macapá e Maceió.


Educação superior foi um dos poucos destaques positivos

Apesar da última colocação, Porto Velho apresentou resultado considerado positivo no indicador relacionado ao acesso à educação superior.

Nesse quesito, a cidade alcançou nota 67,23, um dos melhores desempenhos registrados pela capital dentro do levantamento.

O dado mostra que, mesmo diante de dificuldades estruturais, alguns setores ainda apresentam avanços importantes.


Diferença entre capitais chama atenção no levantamento

O estudo também evidencia a desigualdade existente entre as capitais brasileiras quando o assunto é qualidade de vida.

Enquanto algumas cidades conseguem avançar em infraestrutura, educação e inclusão social, outras ainda enfrentam dificuldades para garantir serviços considerados básicos para a população.

Especialistas apontam que investimentos contínuos em políticas públicas, mobilidade urbana, saneamento e educação seguem sendo fundamentais para melhorar os indicadores nos próximos anos.


O que influencia a qualidade de vida em uma capital?

De acordo com os critérios utilizados pelo IPS, cidades com melhor desempenho costumam reunir fatores como:

  • saneamento eficiente;
  • acesso facilitado à saúde;
  • educação de qualidade;
  • segurança pública;
  • infraestrutura urbana organizada;
  • oportunidades sociais e econômicas.

Esses elementos têm impacto direto no cotidiano da população e ajudam a explicar por que algumas capitais conseguem se destacar mais do que outras no ranking nacional.

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