O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de 79 anos, voltou ao centro das atenções neste sábado (30) depois que a expressão “Trump está morto” se tornou um dos assuntos mais comentados no X (antigo Twitter). Em poucas horas, mais de 200 mil mensagens foram publicadas com a frase, levantando especulações sobre a saúde do republicano.
A onda de comentários ganhou força diante de alguns sinais recentes: a ausência de Trump em compromissos públicos, a agenda oficial esvaziada e a reaparição de um hematoma em sua mão. Esses elementos foram suficientes para impulsionar rumores que se espalharam com velocidade.
A situação ganhou ainda mais repercussão após uma entrevista do vice-presidente JD Vance ao jornal USA Today, na última quarta-feira (27). Questionado sobre a possibilidade de assumir a presidência, Vance disse estar preparado para “uma tragédia terrível”, mas tentou minimizar os temores. Segundo ele, Trump está “em forma, vibrante e com uma saúde incrivelmente boa”.
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Apesar do discurso de tranquilidade, o tom preventivo da fala chamou a atenção e acabou alimentando novas especulações.
A agenda e o estado de saúde
Imagens divulgadas recentemente mostraram hematomas na mão do presidente. Em julho, a Casa Branca divulgou um memorando médico informando que Trump foi diagnosticado com insuficiência venosa crônica, condição associada ao inchaço das pernas. O documento acrescentava que os hematomas eram resultado de “irritação leve de tecidos moles”, consequência de apertos de mão frequentes e do uso de aspirina, medicamento indicado como prevenção cardiovascular.
Apesar da rotina de exames, pessoas próximas ao republicano destacam que ele mantém um ritmo intenso de trabalho. Segundo Vance, Trump seria “a última pessoa a desligar o telefone à noite e a primeira a ligar pela manhã”.
Boatos e histórico de fake news
Não é a primeira vez que notícias falsas sobre a morte de Trump circulam. Em setembro de 2023, a conta de Donald Trump Jr., filho do presidente, foi invadida por hackers, que publicaram uma mensagem alegando que o então ex-presidente havia falecido. A postagem afirmava ainda que o próprio Trump Jr. concorreria à presidência, o que foi rapidamente desmentido.
Agora, o rumor voltou a ganhar força, sobretudo em meio à campanha pela reeleição, marcada por forte polarização e dois atentados frustrados contra o presidente neste ano. Esses episódios reforçaram preocupações com sua segurança, o que torna qualquer sinal de fragilidade motivo de debate público.
Reações e silêncio oficial
Nas redes sociais, as reações foram diversas. Enquanto alguns usuários fizeram piadas, outros demonstraram preocupação genuína com a saúde do presidente. Até o momento, a Casa Branca não se manifestou oficialmente.
Trump, por sua vez, segue ativo em sua plataforma Truth Social, onde mantém o ritmo de publicações, mas não abordou diretamente o boato que viralizou neste fim de semana.
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