Furou fila? Veja quem fez doação de rim e fígado para Faustão

O apresentador Fausto Silva, o Faustão, passou nesta semana por dois transplantes em sequência: rim e fígado. Com esses procedimentos, já são quatro transplantes realizados pelo comunicador em menos de dois anos — uma situação extremamente rara e complexa na medicina.

Segundo informações da colunista Keila Jimenez, ambos os órgãos vieram de um único doador, que faz parte da família do apresentador. Nesses casos, a lei brasileira permite que o transplante seja feito sem necessidade de entrar na fila de espera, desde que haja compatibilidade comprovada.

Como funcionam esses transplantes entre vivos

O Ministério da Saúde explica que a doação de rim pode ser feita por pessoas vivas, já que o ser humano possui dois e consegue viver normalmente com apenas um deles.
No caso do fígado, o procedimento também é possível entre vivos porque o órgão se regenera: o cirurgião retira apenas uma parte para o transplante, e o fígado do doador se recompõe ao longo do tempo.

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A compatibilidade genética é um dos fatores mais importantes para o sucesso da cirurgia. Familiares próximos, como pais, irmãos e filhos, têm maior chance de serem compatíveis, reduzindo o risco de rejeição. Antes da cirurgia, exames específicos confirmam essa compatibilidade.

Por que não foi nos Estados Unidos

A família chegou a considerar a possibilidade de realizar os transplantes nos Estados Unidos, país que possui equipes especializadas em procedimentos duplos. No entanto, a decisão final foi realizar as cirurgias no Brasil, em dias separados, para minimizar riscos e facilitar o acompanhamento médico.

Situação atual de Faustão

Faustão segue internado na UTI do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, após as cirurgias de grande porte.
Segundo o boletim médico mais recente, os órgãos já estão funcionando, mas não há previsão de alta. O foco agora é o controle da infecção e a reabilitação clínica e nutricional.

O histórico cirúrgico recente

Em menos de dois anos, Faustão passou por:

  • Transplante de coração (agosto de 2023)
  • Transplante de rim (fevereiro de 2024) — que apresentou episódios de rejeição
  • Transplante de fígado (agosto de 2025)
  • Retransplante de rim (agosto de 2025)

O caso de Faustão é mais um exemplo de como a doação de órgãos salva vidas — e também de como a rapidez na identificação de um doador compatível é fundamental para o sucesso de procedimentos tão delicados.

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